Em 2004, fiz o seguinte post, no blog antigo:
“Ano passado tive isso. Num momento, você está sentada no computador. No momento seguinte, você quer levantar e não consegue. Oh não, é a ‘dor lombar’, moléstia que os ocidentais atribuem a males da coluna vertebral, e os orientais à estagnação de energia.
(…) Sobre essa parada de energia, pra mim, é o seguinte: no momento em que a gente já souber tudo, e já tiver integrado tudo, a gente vira luz e vai lá pra cima.
Daí que, a meus ignorantes olhos, a gente tamo tuuuuuudo na mesma canoa furada: eu, o capitalista ricaço, o porteiro do meu edifício, o mendigo da rua, você, o guru indiano, o traficante assassino. Tudo igual, tudo aluno. Bom, existem espíritos elevadíssimos que descem aqui, e se materializam, por piedade, pra trazer um pouco de luz. Mas são dois ou três entre bilhões de nós por aí. Acho. Mas o resto de nós, estamos pesados, materiais aqui nesta Terra porque ainda falta algum aspecto a ser aprendido.
Então tem aqueles que já aprenderam um montão, estão mais adiantados. Outros ainda têm tudo pra aprender, mas de fato estamos todos na mesma escola, todos precisando aprender alguma coisa. Que quem já sabe tudo vira luz e sobe, não fica vagando à toa por aqui.
Mas isso segundo um padrão muito sutil, segundo o qual uma costureira modesta pode estar em um estágio avançadíssimo de evolução, muito mais evoluída do que um monge tibetano, por exemplo. Essas coisas dos assuntos sutis são muito sutis, mesmo. Daí que é uma tolice sem tamanho qualquer ser humano supor-se superior ou melhor do que qualquer outro ser humano. Eu acho, pelo menos.
Então, andava eu achando que, por já ter passado pela primeira grande lição de morte, tinha adquirido alguns bônus energéticos. Mas, ó aprendiz, jamais esqueça, ainda há lições, até seu último dia nesta escola. E é bom aprender direito, se não já sabe, repetência e mais sei lá quantas existências nesta forma pesada de ser humano.
E o lembrete veio em forma de dor. Física. Externamente, ‘não preciso, obrigada, tá tudo bem’. Internamente, confusão, matrizes ancestrais sendo mexidas, informações de alta voltagem tendo que ser decodificadas por fios fininhos e desencapados da capa de integridade espiritual necessária.
Curto circuito. E paralisia. Legal, não consigo me mexer. De que adiantaram então todas as lições, o Tai Chi, as conversas com os Mestres? Hãn??? Antes mesmo de esperar resposta, me respondo: sem eles, provavelmente agora a dor estaria bem pior.
Mas lembre, gafanhota, você é humana, e o será até o fim dos seus dias. Olho em volta, não tem ninguém me falando. Não é exatamente fácil pra uma cirurgiã ocidental decidir se está recebendo uma lição dos ‘irmãos invisíveis’ ou simplesmente tendo um surto esquizóide.
E fico lembrando do exemplo da mulher simples que toma sua cerveja, sobe o morro, lava roupa na mão (quando tem roupa, e quando tem água, lógico), e que vai pro pagode, namora e não fica hipertensa nem tem essa porra de dor lombar.
Acho que vou arrumar um pagode preu ir. Assim que estiver conseguindo me mexer de novo, claro.”
Hoje, em 2009….
Ainda sigo dando cabeçada por aí, óbvio. Mas encontrei uma coisa, talvez de tanto procurar.
Um negócio chamado Reiki.

Como disse o Osho no post anterior, esta como qualquer outra terapia, se bem feita, é só um veículo para a manifestação de Deus, ou das Energias, ou do seu inconsciente ou seja o que for. É um veículo.
Me senti TÃO bem após o tratamento (que consistiu de quatro sessões), que pedi mais, claro. Não fui atendida. Em vez de mais tratamento, me foi oferecida uma iniciação no Reiki, de forma que, a partir daí, eu mesma pudesse me tratar.
Aceitei, né. Não porque racionalmente eu estivesse compreendendo o processo todo. Aceitei porque estava me sentindo incrivelmente melhor com aquele tratamento tão simples.
Faz pouco tempo. Mas realmente é como se o relógio acelerasse e tudo acontece muito rápido. Até porque, tive o privilégio de ter sido iniciada por uma pessoa que nasceu pra fazer isso. Hoje já tenho uma leve noção do que seja essa parada de chakras, de aura, da teoria da membrana (que sucedeu a teoria das cordas, você sabe), pela qual os físicos mais ilustres desse nosso mundinho admitem a existência de ‘universos paralelos’.

Já havia uma leve desconfiança, mas hoje tenho certeza absoluta de que a medicina ocidental peca demais ao ignorar a existência das energias sutis que cercam médicos e pacientes.
Se não, como explicar o fato de eu hoje ter acordado com dor de cabeça, que normalmente só passaria com comprimidos, aí ter feito Reiki em mim e a dor simplesmente passou?
Pergunte ao Google, vai aparecer um monte de sites que explicam essas coisas, mas o bacana mesmo é achar um bom Mestre, relaxar e deixar esse negócio de energia transitar livre por você. Daí sua alma, seus Guias, se encarregam do resto, e vão te conduzindo.
Pode ser muito libertador… se você permitir, claro. Eu merma recomêindu dicumforça.