“A falta de lanchas de salvamento suficientes foi o argumento usado pelo novelista inglês Morgan Roberson, no seu livro “Futilidade”, como causa da morte de grande parte dos passageiros do transatlântico “Titán”, que, no romance, batia num iceberg. O navio fazia uma viagem inicial e era, na imaginação do escritor, a maior embarcação jamais construída pelo homem.
O livro foi escrito catorze anos antes da partida do Titanic do porto de Southampton. Ele também fazia a sua primeira viagem – e última. O imaginário “Titán” e o verdadeiro Titanic eram aproximadamente do mesmo tamanho, transportavam o mesmo número de passageiros – três mil – e atingiam a mesma velocidade. Ambos afundaram no mesmo ponto do atlântico Norte pelo mesmo motivo.”
Li aqui.