Li um post maravilhoso da Mary:
“Bastou dois dias de dolce far niente em casa pra me lembrar do porquê de eu querer tanto voltar a ter uma carreira da qual possa me orgulhar fora de casa. Quanto mais tempo passo no meu lar doce lar, mais fico procurando as sujeirinhas, as manchas, a poeira acumulada.
Aí, o pensamento é automático: “Como é que ele não vê essas coisas? Será que eu preciso vir pra casa para que a cozinha seja limpa? ” O início de uma revolta explodindo no meu plexo solar, na altura do estômago, uma raivinha nefasta começa a se espalhar.
Aí, páro e me dou conta dos absurdos que estou dizendo, de como exijo do meu parceiro que seja exatamente como eu, que vejas as mesmas coisas, que tenha o mesmo padrão de exigência que eu tenho. E aí, tenho um insight.
Olho em torno de mim e vejo um apartamento que se não brilha e cheira a detergente, está aceitavelmente limpinho e arrumado. Meu copo, antes meio vazio, passa a estar meio cheio. Largo a escovinha e o detergente, coloco uma música e venho escrever essas mal traçadas, porque sem dúvida eu ganho mais adotando os padrões dele do que the other way around.“
Esta bendita percepção, de que uma bela paisagem de praia é feita de areia, mar, palmeiras, cocos, rochedos, e de que nunca seria bela se fosse só areia, areia, areia, ou palmeiras palmeiras palmeiras etc etc, pode vir a salvar o mundo!!!
Pessoas são diferentes entre si como são diferentes a areia do coco. Cada um tem a sua função, sua beleza, suas imperfeições, que se complementam quando conseguem conviver, simplesmente aceitando as tais diferenças, e enxergando a importância destas diferenças para que possa haver equilíbrio.
“Esta bendita percepção, de que uma bela paisagem de praia é feita de areia, mar, palmeiras, cocos, rochedos, e de que nunca seria bela se fosse só areia, areia, areia, ou palmeiras palmeiras palmeiras etc etc, pode vir a salvar o mundo!!!”
SáBia Badaud.
Hehe, obrigada, Gerson. Vindo de vc muito me faz sorrir o trocadilho.